Lembra bem o Brasil.
NOTHING BUT THE TRUTH 2008
Kate Beckinsale - Matt Dillon - Alan Alda (MACH)
Uma jornalista recebe uma informação séria sobre a vida corrupta dum político.
Na sua recusa de contar a origem, vai presa para proteger a testemunha.
No YouTube
https://dialogosdocinema.blogspot.com.br/
Nothing but the truth - O Poder do governo e o povo 2008
O Diálogo
É uma ótima notícia. Aceitaram o seu caso. Vai haver uma audiência especial. DIA 355 O próximo caso desta manhã é o de Armstrong. Ouviremos primeiro o Sr. Burnside. Se me permitem, senhores da Corte em 1972, no caso Branzburg contra Hayes esta Corte decidiu contra o direito de um jornalista de reter o nome de sua fonte diante do Grande Júri. E deu o poder ao governo de prender os jornalistas que o fizessem. Foi uma decisão de 5 a 4. Quase um empate. Em sua réplica, o Juiz Steward disse Com o passar dos anos o poder do governo se tornará cada vez maior. Aqueles que estão no poder, quaisquer que sejam as suas políticas só querem se perpetuar e o povo é a vítima." Bom, os anos passaram. E esse poder cresceu. A Sra. Armstrong poderia ceder às exigências do Governo. Poderia ter abandonado seu compromisso de confidencialidade. Poderia ter ido para casa. Mas se o fizesse nenhuma fonte jamais voltaria a falar com ela e nenhuma fonte falaria com o seu jornal e então, amanhã, quando prendermos jornalistas de outros jornais tornaremos irrelevantes essas publicações também. E isso tornaria a Primeira Emenda irrelevante. E então, como saberemos se um presidente encobriu crimes? Ou se um oficial do Exército torturou alguém? Nossa nação não poderá fazer com que os que estão no poder sejam responsabilizados perante aqueles que governam. E qual é a natureza de um governo quando não tem medo de ter de prestar contas? Devemos temer essa perspectiva. Prender jornalistas é para outros países. É para países com medo dos seus cidadãos não para países que os protegem. Há algum tempo comecei a sentir a pressão humana pessoal em Rachel Armstrong. E disse a ela que estava ali para representá-la e não para representar um princípio. E só quando a conheci é que me dei conta que, para uma grande pessoa não há diferença entre seus princípios e a pessoa.
NOTHING BUT THE TRUTH 2008
Kate Beckinsale - Matt Dillon - Alan Alda (MACH)
Uma jornalista recebe uma informação séria sobre a vida corrupta dum político.
Na sua recusa de contar a origem, vai presa para proteger a testemunha.
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Nothing but the truth - O Poder do governo e o povo 2008
O Diálogo
É uma ótima notícia. Aceitaram o seu caso. Vai haver uma audiência especial. DIA 355 O próximo caso desta manhã é o de Armstrong. Ouviremos primeiro o Sr. Burnside. Se me permitem, senhores da Corte em 1972, no caso Branzburg contra Hayes esta Corte decidiu contra o direito de um jornalista de reter o nome de sua fonte diante do Grande Júri. E deu o poder ao governo de prender os jornalistas que o fizessem. Foi uma decisão de 5 a 4. Quase um empate. Em sua réplica, o Juiz Steward disse Com o passar dos anos o poder do governo se tornará cada vez maior. Aqueles que estão no poder, quaisquer que sejam as suas políticas só querem se perpetuar e o povo é a vítima." Bom, os anos passaram. E esse poder cresceu. A Sra. Armstrong poderia ceder às exigências do Governo. Poderia ter abandonado seu compromisso de confidencialidade. Poderia ter ido para casa. Mas se o fizesse nenhuma fonte jamais voltaria a falar com ela e nenhuma fonte falaria com o seu jornal e então, amanhã, quando prendermos jornalistas de outros jornais tornaremos irrelevantes essas publicações também. E isso tornaria a Primeira Emenda irrelevante. E então, como saberemos se um presidente encobriu crimes? Ou se um oficial do Exército torturou alguém? Nossa nação não poderá fazer com que os que estão no poder sejam responsabilizados perante aqueles que governam. E qual é a natureza de um governo quando não tem medo de ter de prestar contas? Devemos temer essa perspectiva. Prender jornalistas é para outros países. É para países com medo dos seus cidadãos não para países que os protegem. Há algum tempo comecei a sentir a pressão humana pessoal em Rachel Armstrong. E disse a ela que estava ali para representá-la e não para representar um princípio. E só quando a conheci é que me dei conta que, para uma grande pessoa não há diferença entre seus princípios e a pessoa.
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